sexta-feira, junho 29, 2007

ENVIADO POR MARGARIDA SILVA


A Europa e os novos Desafios Geopolíticos Contemporâneos

É o tema da CONFERÊNCIA DE

IGNACIO RAMONET
Director do LE MONDE DIPLOMATIQUE

DIA 4 DE JULHO às 18h30
No INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS (IFP)

Uma organização da Edição portuguesa do Le Monde Diplomatique e do IFP

ENTRADA LIVRE





Ignacio Ramonet, nasceu a 5 de Maio de 1943 em Redondela (Galiza). Trabalha em França desde 1972, onde vive. Foi aluno de Roland Barthes doutorou-se em semiologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris. É jornalista, director do Le Monde Diplomatique desde 1991 e fundador da Associação ATTAC.
Foi um dos promotores do Forum Social Mundial e é também o fundador do Observatório Internacional dos Media.
Com vários livros publicados de geopolítica e sobre os media, Ignacio Ramonet é reconhecido mundialmente e tem acumulado vários prémios ao longo da sua carreira.


Margarida Antunes da Silva
Attachée de Presse/Relations Publiques
Instituto Franco-Português
Av. Luís Bívar, 91
1050-143 Lisboa
Tel: 21 311 14 27 Fax: 21 311 14 63
margarida.silva@ifp-lisboa.com

ENVIADO POR IEJ

Estágio de Verão - JORNALISMO

Grupo de empresas com sede em Caxias (Oeiras), procura finalista/ recém-licenciado para estágio de verão (3 meses). O domínio de intervenção será a manutenção de conteúdos web, realização de entrevistas (som e vídeo) na temática do empreendedorismo e da formação e a elaboração de artigos próprios relacionados com a actividade da empresa.

Valoriza-se fluência em inglês, gosto pela área do empreendedorismo, atitude pró-activa e flexibilidade.

Data de início: Julho de 2007

Remuneração: subsídio de estágio

Contacto: LGALVEIAS@GESENTREPRENEUR.COM



__._,_.___

RECEBIDO DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÂO


A Associação Ao Norte e o Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo apresentam, no próximo dia 5 de Julho (quinta-feira), o documentário Caminhu Ku Futuru. A sessão terá lugar no Auditório do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais, no Largo das Almas (traseiras da Igreja das Almas), às 21.45 horas, entrada gratuita.

O documentário Caminhu Ku Futuru regista as percepções de vários actores educativos a nível regional e comunitário sobre a importância da escola e da educação de base para o desenvolvimento local no contexto de um pequeno país insular ˆ Cabo Verde.

São abordadas situações específicas no interior da ilha de Santiago (particularmente no concelho de Santa Catarina e no pólo educativo da Ribeira da Barca) que se relacionam com o contributo da educação para o desenvolvimento social e educativo local.

A câmara acompanha no trabalho quotidiano Joaquim Furtado, Delegado de Educação do concelho de Santa Catarina, e Osvaldino Moura, gestor e coordenador do pólo Educativo de Ribeira da Barca, procura pôr em relevo os grandes desafios que se colocam e focar casos de envolvimento positivo no sistema de educação e formação que espelham a dinâmica das comunidades e a resolução de problemas a partir das iniciativas que são apropriadas a nível local e nacional.

Este trabalho enquadra-se numa perspectiva mais ampla de intervenção e reflexão resultante de uma ligação muito rica que a Escola Superior de Educação de Viana do Castelo tem estabelecido ao longo dos últimos cinco anos com escolas, comunidades, organizações não-governamentais e outros actores no contexto do desenvolvimento, muitos deles situados no meio rural e que têm uma preocupação com a escolarização das crianças e com a qualidade da educação numa perspectiva africana de desenvolvimento endógeno.

Ficha técnica

Realização ˆ Carlos Eduardo Viana
Produção ˆ AO NORTE para o Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento (GEED) da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo
Produção executiva ˆ Rui Ramos
Câmara ˆ Ricardo Geraldes
Som ˆ Alexandre Martins
Montagem ˆ Rui Santos e António Soares
Coordenação do projecto ˆ Júlio Santos (GEED)

quarta-feira, junho 27, 2007

Recebido do Forum Liberdade

Junto enviamos a entrevista ao Fórum realizada pelo Jornal Público e a Rádio Renascença, no âmbito do Programa Diga Lá Excelência da RTP2.

Pode rever a entrevista na íntegra em RTP ou ouvir em RR .

Desde já agradecemos qualquer comentário ou sugestão às propostas do Fórum para a Liberdade de Educação para o sistema de ensino português que queira enviar.

Com os melhores cumprimentos
Catarina Lains

Fórum para a Liberdade de Educação
Rua Dr. José Joaquim d'Almeida, 819
2775-595 Carcavelos
Tel.: +351 914290109
Fax: +351 210045852
E-mail: info@liberdade-educacao.org
Website: www.liberdade-educacao.org

"Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos"
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem
“Aqueles que possuem menos recursos na sociedade nunca terão acesso garantido a uma educação de qualidade se o sistema educativo não tiver como princípio organizativo a liberdade de educação e a igualdade de oportunidades no acesso a essa liberdade de escolha. Não há liberdade sem concorrência; não há concorrência sem liberdade"



Entrevista PÚBLICO/RR/RTP2 Fernando Adão da Fonseca (Jornal Público de 25/06/2007)


Não se compensa os erros da educação

Mais autonomia, mais variedade, mais responsabilidade das escolas. Menos dirigismo e mais fiscalização do Estado. E a possibilidade de os pais poderem escolher a escola dos filhos


José Manuel Fernandes (PÚBLICO) e Raquel Abecassis (RR)

* Fernando Adão da Fonseca preside ao Fórum para a Liberdade de Educação, mas, ao contrário do entendimento vigente, pensa que a escolha da escola deve começar no sistema público e basear-se nas famílias. Defende que a ideia de ser o Ministério da Educação (ME) a controlar e a gerir tudo não só não funciona como, no fundo, é uma herança da vontade de controlar as consciências que vem do Estado Novo e ainda marca a filosofia da organização do sistema educativo.
Porque entende que a liberdade de escolha da escola é tão importante?
Porque aquilo a que assistimos é a um ensino que, muitas vezes, não tem qualidade, a um ministério que não consegue gerir todo o sistema, porque constatamos que são, por regra, os que menos condições sociais têm os que são mais prejudicados e porque, se as famílias puderem escolher mudar de escola quando verificam que uma não funciona, isso beneficiaria todos. O Estado só tem de ser árbitro, de garantir que as escolas têm condições, que cumprem regras e que todos podem ter acesso às que escolherem. Isto implica um Estado forte, com a autoridade dos bons árbitros.
O que se passou numa série de universidades privadas parece mostrar que o Estado não consegue impedir a sua degradação e perversão...
Porque, em vez de supervisionar, quer gerir, e gerir exige muito tempo e recursos. E, quando se quer ter mão num sistema com esta complexidade e variedade, criam-se regras rígidas, quando o país faz-se é com os portugueses. Evoluímos imenso no número dos que têm acesso ao ensino, mas, no essencial, a estrutura e a filosofia da organização do ME são idênticas às de antes do 25 de Abril.
Quando se fala em liberdade de educação, a reacção é dizer-se que o que se quer é o Estado a financiar as escolas privadas e a desinvestir nas públicas.
Esse não é o objectivo do Fórum. Não quer saber do “sexo” das escolas, antes saber se todas as crianças, sobretudo as com menos recursos, têm acesso a escolas de qualidade. Para o fazer, o Estado só tem de verificar se as escolas têm condições de funcionamento, pagá-las e permitir a escolha.
Fala de públicas ou privadas?
Como primeiro passo, o que defendemos é que a liberdade de escolha deve começar por ser feita entre escolas públicas. São escolas abertas a todos, gratuitas, como neste momento são as que pertencem ao Estado e aquelas que, sendo privadas, têm contratos de associação. As escolas que têm outra organização, que querem cobrar propinas, podem existir, porque há espaço para elas, mas o que queremos é que, no sistema de acesso universal, possa haver escolha da escola. Se as crianças continuarem a ir para aqui ou para acolá só porque moram na rua A ou na rua B, nunca se estabelecerá uma relação entre os pais e a escola. É mau o hábito de se entregar a criança à escola e, pior, o de esta, muitas vezes, não deixar que os pais interfiram no que lá se passa.
Os professores dizem é que os pais não querem participar, que não estão maduros...
Esse é o mesmo argumento que o Estado Novo utilizava para limitar o direito de voto e falsear as eleições. Temos de ser realistas: os que têm menos recursos, os que trabalham muitas vezes de sol a sol, não têm vantagem em envolver-se, porque a informação que recolheriam não lhes seria útil. Com liberdade de escolha, os pais podem envolver-se e esse tipo de problemas tenderá a ser minimizado.
Que possibilidades tem uma escola pública, se não pode, por exemplo, contratar directamente os seus professores?
Deve poder.
E se o seu grau de autonomia pedagógica é estreito?
Deve ser maior.
E os programas também poderiam variar?
O ME devia estabelecer o que é essencial, o que todos têm mesmo de saber. O que não for considerado essencial pode variar de escola para escola. Os professores devem ter um certo grau de liberdade, desde que garantam que há um núcleo de conhecimentos que ensinam.
Isso não provocaria o caos?
Não, se o ME assegurasse que os projectos pedagógicos eram conhecidos, se monitorizasse as escolas, indicando as que melhor conseguem fazer evoluir os alunos. Se isso acontecesse, e havendo liberdade de escolha, o que a experiência de outros países – Suécia, Dinamarca – nos mostra é que são escolas mais fracas que vão melhorar mais depressa, pois percebem que, se não melhorarem, morrem. Mais: vão surgir escolas concorrentes, como na Holanda, onde um grupo de vinte pais, se quiser, pode fundar uma escola.
Fala de países de tradição social-democrata, quando, em Portugal, os que defendem a liberdade de escolha são acusados de serem de direita.
Quem impediu a liberdade de escolha foi o Estado Novo, porque queria controlar as consciências. E ainda hoje, no fundo, muitos dos que combatem este princípio têm concepções dirigistas. Entendem que a República deve educar as pessoas de acordo com determinado modelo, e há concepções destas em todos os partidos políticos. A seguir ao 25 de Abril, entendeu-se que devíamo-nos inspirar no modelo sueco, e assim se fez. Só que, entretanto, como eles estão atentos ao mundo, perceberam que estavam a ficar para trás e a solução era dar flexibilidade às escolas e liberdade de escolha aos pais. Fizeram-no em 1992 e agora estão a recuperar terreno. Nós é que já não estamos a olhar para esse modelo. Veja-se o que Blair fez em Inglaterra. Começou por fazer mais ou menos o que a nossa ministra está a fazer, procurando melhorar o sistema, geri-lo melhor, financiá-lo correctamente. Agora, com o lançamento do Livro Branco ainda em discussão, o seu Governo chega à conclusão de que podia ter feito muito mais se tivesse optado pela liberdade de educação mais cedo, propondo um modelo que é muito idêntico ao que nós defendemos.
Onde está, então, o problema?
Nos que pensam que o Estado pode fazer melhor do que os cidadãos. Nós temos é de acreditar nos portugueses. Temos de pensar como Adenauer, que, depois da tragédia da II Guerra, disse que iria reconstruir a Alemanha com os alemães, e fê-lo com sucesso.
O que tem feito o Fórum aí?
A pedagogia das ideias. Acreditamos na metáfora do velejador: se o vento mudar de direcção, o velejador tem de mudar a posição da vela. Tentamos que o vento das ideias mude de direcção.
Entretanto...
O problema é que não se podem compensar os erros de hoje. Não se indemniza uma criança que não teve educação adequada, pois perdeu-a para sempre. Essa é a grande tragédia dos nossos maus resultados.

Estado Social
Ministros dos cidadãos, não dos funcionários
Fernando Adão da Fonseca é um dos animadores de uma série de debates – Encontros dos Jerónimos – onde se tem discutido o Estado Social do século XXI. “O valores do Estado Social são centrais nas nossas sociedades, mas este começou a estar mais preocupado com os fornecedores dos serviços do que com os que esses serviços deviam servir”, diz. Lembra que o objectivo do Estado Social é assegurar o acesso de todos aos direitos fundamentais, o que, na saúde, na educação e em muitos outros casos, “exige recursos económicos”. Ora, defende, “o Estado não tem de ser o fornecedor universal desses serviços, antes o garante de que eles existem”. Mas, “em muitos sectores, como o da Educação, temos um Estado fornecedor que se preocupa mais com a gestão do dia-a-dia. Os ministros são os ministros das escolas, dos funcionários, dos professores, não os ministros dos cidadãos”.

Videovigilância nas escolas
Há melhores soluções
Quando há autoridade e não apenas poder nas escolas, os problemas de segurança resolvem-se melhor, argumenta Fernando Adão da Fonseca, presidente do Fórum para a Liberdade da Educação.
A ministra acaba de anunciar a introdução de videovigilância em todas as escolas. É o melhor?
Não há dúvida de que o problema da violência dentro das escolas existe e tem que se actuar depressa. Só que, sem querer ser reducionista, a verdade é que há escolas inseridas em áreas-problema onde isso acontece e outras onde não acontece. Ora, quando entramos numa escola dessas que funciona bem, às vezes basta entrar nela e falar com a directora, ou director, e percebe-se logo porquê: ali há autoridade e não apenas poder.
Se as pequenas faltas cometidas pelos alunos suscitarem uma intervenção imediata, em vez de serem desculpadas, isso podia ser mais eficiente?
O que é fundamental é manter a escola limpa, não deixar que se degrade, intervir quando alguém risca uma parede ou parte um vidro. Pode haver casos extremos em que a videovigilância ajuda, mas não é a melhor maneira. Mais: se os pais puderem mudar os seus fi lhos de uma escola-problema para outra onde o problema está controlado, isso também ajuda muito. E isso é fácil de fazer se o primeiro-ministro quiser.
Porquê o primeiro-ministro?
Estas reformas só se fazem com a intervenção do primeiro-ministro. Nos outros países, foi assim. É preciso é coragem.
E há falta de coragem?
Há. É mais fácil melhorar as infra-estruturas, construir instalações para professores, pagar os transportes às crianças. É mais difícil assumir que o ministério, em vez de gerir as escolas, vai ser apenas o ajudante das escolas. Em vez de muitas circulares, perguntar apenas: do que é que precisam? Isto seria colocar o ministério ao serviço das escolas, escolas para quem o ministério também transferiria a responsabilidade pelas opções e pelos resultados.

“O Estado só tem de ser árbitro, de garantir que as escolas têm condições”

6ª Mostra de Cinema Infantil

movimenta mês de julho em Florianópolis

Vem aí a 6ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis de 29 de junho a 15 de julho no Centro Integrado de Cultura (CIC). E chega repleta de novidades! Além da pré-estréia de dois longas-metragens de animação, o brasileiro O Garoto Cósmico, do diretor Alê Abreu; e o francês Kiriku 2, de Michel Ocelot, a MOSTRA traz ainda uma seqüência de atrações que prometem surpreender não só o público infantil, para este ano estimado em 20 mil espectadores.
Na telona vão estar 15 longas, como Brichos, de Paulo Munhoz; O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger, com direito a bate-papo com os atores mirins, e Embarque Imediato, de Ella Lemhagen, uma co-produção Suécia/Noruega. Isso sem falar nos 17 curtas e 16 animações de 1 minuto nacionais e internacionais, que serão exibidas antes dos longas. Tem também filmes catarinenses entre os curtas-metragens, como Quem disse que eu to indo para casa, de Marco Stroisch; e O Jardim do Éden, de Uriel Pereira, entre outros. “Nosso objetivo é valorizar as produções dedicadas ao público infantil, divulgando, incentivando e disponibilizando o acesso às crianças, principalmente aos alunos de escolas públicas da Grande Florianópolis”, diz a diretora e produtora da MOSTRA, Luiza Lins.
Preocupada com o conteúdo e a exibição dos filmes infantis, a MOSTRA realiza, no dia 30 de junho, a terceira edição do Encontro Nacional do Cinema Infantil com diretores, produtores, curadores, exibidores e autoridades. Eles vão falar de Conteúdo da Animação para Crianças e, provavelmente, o tema Classificação Indicativa discutido nacionalmente vai entrar na pauta, pois o diretor José Romão do Ministério da Justiça faz parte da mesa.
Coordenado por Andrés Lieban (2Dlab), o 3º Encontro terá as presenças de José Araripe, do Ministério da Cultura; Leopoldo Nunes, da Ancine (RJ); Carla Esmeralda, do Festival Internacional de Cinema Infantil (RJ); Ricardo Casas, Divercine (Uruguai); Cadu Rodrigues, da Globo Filmes; João Alegria, do Canal Futura, entre outros. “Pretendemos reconhecer as nossas motivações, critérios e responsabilidades ao produzir animação para as crianças e também contribuir positivamente para uma transformação sociocultural desde a infância”, ressalta Luiza Lins.
Como nos anos anteriores, as crianças do Projeto Esperança, do bairro Chico Mendes, estão inseridas na programação da MOSTRA com a oficina de vídeo–documentário Meu Olhar, Meu Lugar, ministrada por Kátia Klock (ONG Comunica). E os professores da rede pública também participam de uma oficina de produção de animação. Tem ainda muito mais na programação da 6ª MOSTRA: poesia, show, literatura, palestra, debate e prêmio para o melhor filme ou vídeo nacional votado por crianças. É reservar a agenda.

MAIS INFORMAÇÕES
Kátia Klock katia@klock.jor.br
(48) 9989 4202 / 3269 8679
Duda Hamilton duda.hamilton@dfatocom.com.br
(48) 3222.5311 / 9962.1257
Fonte para matéria: Luiza Lins (48) 9980.6908
www.mostradecinemainfantil.com.br

quinta-feira, junho 07, 2007

FALTAM 15 DIAS

(para a inscrição 4 dias)

Workshop web 2.0
Introdução à blogosfera e uso dos meios sociais
Coordenação José Luis Orihuela*
Lisboa 22 de Junho 2007, Porto 23 de Junho 2007

Data: 22 de Junho de 2007
Horário: 9h30 às 17h00
Local: Lisboa

Conteúdos Programáticos:

Primeira Parte:
Introdução à Blogosfera
• Conceito, estrutura e funções do blogue
• Dinâmica da blogosfera
• Chaves para criar e manter um blogue de êxito

Segunda parte:
Uso de meios sociais no jornalismo e na educação
• Filosofia e ferramentas da Web 2.0
• Exploração e uso de recursos na internet para jornalistas e comunicadores
• Exploração e uso de recursos na internet para investigação e docência

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Data: 23 de Junho de 2007
Horário: 15h00 às 19h00
Local: Porto

Conteúdos Programáticos

Introdução à Blogosfera
• Conceito, estrutura e funções do blogue
• Dinâmica da blogosfera
• Chaves para criar e manter um blogue de êxito


DATA LIMITE PARA INSCRIÇÂO: 11 de Junho de 2007

*José Luis Orihuela Colliva é doutorado em Ciências da Informação, professor na Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, autor do blogue eCuaderno.com e do livro "La revolución de los blogs" (La Esfera de los Libros, Madrid, 2006). Participou em conferências, cursos e workshops em mais de vinte países, é júri internacional dos prémios Best of the Blogs da Deutsche Welle, colunista na revista Tiempo ("Blogosfera") e co-autor de "Blogs. La conversación en Internet que está revolucionando medios, empresas y ciudadanos" (ESIC, Madrid, 2005) e "Comunicar para crear valor" (Eunsa, Pamplona, 2004).

Mais informações em aqui

quarta-feira, junho 06, 2007

Deadline for submission: 29 June 2007

International conference

Citizenship-Multiculturalism-Cosmopolitanism

University of Cyprus, Nicosia Cyprus
(November 3rd and 4th 2007)
http://www.ucy.ac.cy/~currinst


2nd CALL FOR PROPOSALS
Submission of proposals by e-mail: POLI.Scitizenshipassociation@gmail.com

Deadline for submission: 29 June 2007


Practitioner Researchers from different countries, universities and other educational settings have reacted positively to our first call for papers.
Keynote speeches will be addressed to the main conference by (a) Alistair Ross, Professor of Education, Director of the Institute for Policy Studies in Education at the London Metropolitan University and Coordinator of the Erasmus Thematic Network Children's Identity and Citizenship in Europe (CiCe), (b) Kerry Freedman, Professor of Art Education at Northern Illinois University,(c) Kostas Chrisogonos, Professor of Law, Aristotle University of Thessaloniki.

Short papers are welcomed for proposals at parallel session’s symposia. The themes for the symposia are the following:

1. The Notion of Citizenship and Citizenship Education

2. Artistic Creation and Citizen’s Identity

3. Gender Equality in Multicultural Societies

4. National and European Identity and Cosmopolitanism

5. Human Rights, Citizenship and Multiculturalism

6. Education for Peace

7. Dialogue between Religions and Civilizations

Please note that the participant presents the highlights of the inquiry in no more than 10-15minutes, which is followed by a 10 minutes discussion.

All those interested in submitting a proposal must prepare an abstract in English (approx. 150 words). Abstracts must be sent to POLI.Scitizenshipassociation@gmail.com by June 29th 2007.

Full papers must be sent to the e-mail above by October 1st 2007 and must not exceed the limit of 5000 words. These will be included into the conference proceedings.

The registration fee is set at €50. Payment should be made by credit card only. Please note that the fee of €50 does not include accommodation and subsistence expenses. Applicants must make their own arrangements for accommodation. A list of hotels is available on the conference website. http://www.ucy.ac.cy/~currinst

You will be notified of acceptance/non acceptance by 30th July 2007.

Looking forward to meeting you in Nicosia

The Organizing Committee of international conference
Citizenship-Multiculturalism-Cosmopolitanism

Please forward this message to colleagues who might be
interested in participating.


recebida da Sociedade Portuguesa das Ciências da Educação